segunda-feira, 11 de julho de 2011

Comentário Sobre a Obra:

Drª. Fátima.

PARÁBENS! CHICO CANINDÉ.
As façanhas do dia-a-dia surgem na pele contra o esquecimento, dando margem a essa belíssima história do "Átomo", menor partícula. Falando a linguagem de seu meio, sem pretensões literárias e muito menos preocupação maior com a crítica de terceiros. O Autor, com um linguajar suigeneris, e levando em si expectativas, esperanças, visão de mundo que podem surpreender. Sim, é mesmo de ser estranho os dois hidrogênios estar de parceiros nas falas e nos agrados de um pelo outro para juntar ao oxigênio e formar a nossa grandiosa "Água".Ora, o Autor rabiosca uns versos, contos, estórias; ou que seja história, num de contar os fatos e de cantar os versos. Ora, Ele escuta e escreve, porque assim acha mais fácil se comunicar e transmitir aos outros aquilo que pensa e que acha ter de dizer escrito. O futuro fica pra cada um de por si pensar, procurar encontrar e quebrar o galho (empecilho) pra levar a solidão do Átomo por frente num modo que melhor lhe pareça de ser. No entanto, sempre lembrando: em dois pensam melhor que um sozinho – H²0. Principalmente porque, através dos séculos, está mostrado e mais que provado que a Água é fundamentalmente para a vida e sua escassez pode ocorrer, tanto por condições climáticas/hidrológicas e hidrogeologias, como por exemplo: a Região Metropolitana de São Paulo. Sua importância não se restringe apenas à sobrevivência humana, mas principalmente para o desenvolvimento de todas as atividades produtivas, devendo para tanto, serem assegurados seus usos múltiplos: agro-pecuária (irrigação), geração de energia elétrica, produção industrial, diluição de fluentes domésticos e industriais, transporte fluvial e por último, a manutenção das condições ecológicas e ambientais. Esclarece também, que embora saber trabalhar a erra e dela produzir, ainda não conseguiu o Ser Humano um tempo para pensar, refletir e aprender esta fórmula tão fácil – H²0 - como o único caminho à sobrevivência humana, dos animais e plantas. Então, cada um que vá levando sua vida como bem lhe aprouver, não se queixando depois do que e porque mais tiveram de se angustiar e sofrer.
A esse tão ilustre, benemérito Autor, faz jus de o seu nome, ser sempre mencionado com o máximo de respeito e reconhecimento, na divulgação dessa obra em muitos setores da vida humana.
Dra. Fátima Regina Feitos - TST e Advogada.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A solidão do átomo

Sobre a obra
A traves da poderosa plataforma das águas dentro do contexto do conceito da hidrocidadania po-Ética teatro d´s águas.
Em busca de revalorização da solidariedade. Como diz o mestre Zé cambito.
A terra esta sempre esperando que seus filhos seja melhores - porque a terra é o melhor planeta e nós estamos deixando ela cada vez mais doente. Dois átomos de hidrogênio diferentes, mas semelhantes no formato se respeitaram e viraram companheiros de vida e de lida se juntando a outro muito diferente em toda sua estrutura este é o oxigênio encontraram em si a argamassa da solidariedade= e deixara a vida hidrogenial.
A SOLIDÃO DO ÁTOMO:
SUMARIO Texto sem virgulas Este texto a solidão do átomo tem como base a coexistência com todas as problemáticas do viver e conviver com os astros que estão sempre se alinhando um olhando para o outro e se sustentando através da sua força mágica e magnética.
Toda existência se fundamenta na tolerância e sua força para sempre estarem em um ciclo de tudo ser novo de novo na incansável jornada das coisas grandes e pequenas que giram pelos espaços do que é vivo e do que não é vivo e seus entrelaçamentos na interdependência. Tentando quebrar assim as varias barreiras do individualismo e da prepotência de sermos os "super-homens" mal acabados perfeitos nas suas imperfeições na beleza de não ser completo.
Não se admite e incorre na constância de querer aperfeiçoar a natureza. Mesmo assim sabemos que alguns ficam pelas estradas e serão as sementes e temos que cuidar destas sementes para garantir a existência do universo a qual pertencemos. Sabemos que o universo não será o mesmo sem a gente pois já sentimos a falta que faz as vidas dos nossos parceiros animais e vegetais da terra e das águas. Que exterminamos mudando o quadro da vida como ela era presente na terra nas águas doces e nas águas do mar.
O universo continuara sendo o universo mesmo sem a gente. A terra continuara sendo a terra mesmo sem a gente. As águas continuarão a ser as águas mesmo sem a gente. A natureza continuara com toda sua força fisicquimica se dando como sempre se deu para outras formas de vidas. Arvore não mata arvore rio não mata rio com o hidroassassinato e o arborecidio neste ciclo de eliminações em cadeia pelas águas provocamos o nosso hidrosuicídio temos como resultado o sucesso do fracasso estimulado pela teimosia.
O maior exemplo de coexistência e da tolerância e a renovação constante o ser humano é pela sua capacidade o único que quebra a mecânica natural pois que com toda sua evolução não se torna aliado ao contrario é um quebra lei e cria leis para justificar o desastre em nome do "progresso" um progresso egoísta que tira tudo o que pode sem a preocupação de repor isso é ECOnômico. Portanto o sistemas político social e ECOnômico vigente não é ECOlógico nem coexistêncial e batendo de frente com a poderosa maquina da natureza. Rio não mata rio os rios são hidroassassinados pelas pessoas como as pessoas pelas pessoas que tem muitas grutas escuras e por não saber cuidar delas matamos as grutas da terra. A gente se agarra na natureza sem querer deixar ela mudar num tem jeito seu minino a gente sofre como se fosse a partida do grande amor e a falta do arco dos seus braços. Ela muda e nós sabemos. Zé Cambito.
A SOLIDÃO DO ÁTOMO © Não era uma vez porque ainda esta acontecendo e quando as coisas estão acontecendo elas nunca foram estão acima da compreensão subjetiva do alcance do imaginado da imaginação da lenda. Há muito tempo atrás algo começou a mudar foi quando apareceu um camaradinha que se chamava Hídro não era Japonês nem Chinês. Ninguém sabe de onde ele veio.
Segundo Zé Cambito nego veio que sabe de tudo e num sabe de nada de tanto saber das coisas. E tem ate duvidas de como ficou sabendo de onde ele veio só sabe que foi de longe de muito longe. De tão longe que ninguém descobriu de onde ele veio e ainda não acharam mas tão procurando. E olhem que estão procurando faz tempo.
Dizem que ele vagueava pelo espaço frio e escuro quando um dia ou era noite sei lá ninguém sabe ao certo. Ele caiu e estatelou-se todo deixando uma barroca no chão seco bravo com o tombo saiu a praguejar nervoso:
-- Qui terra qui terra. Tão nervoso que parecia gago e continuava a sua falança.
-- Mas qui terra qui terra eu tinha que cair logo agora mas qui terra. Ele tinha uma educação lá de perto do fim do oco do espaço um pouco mais alem do que alem já se imaginou. Deu três passos e paf dormiu e dormiu muito desmaiou de cansado e muito tempo depois quando acordou saiu andando para conhecer o seu novo lar e continuou praguejando.
-- Qui terra logo agora foi acontecer isso comigo mas qui terra. E assim ficou sendo chamado o lugar onde moramos todos.
A terra Ainda segundo Zé Cambito ele começou a andar nesta grande bola que é o terceiro planeta do lado de cá da grande bola de fogo. Olha que ele andou muito só não se acostumou com a solidão era tudo muito deserto.
Não existia nada só montanhas desertos morros e planícies secas o calor do sol e frio da noite. O frio era muito grande os ventos o levavam para todas as partes da sua nova casa. Ele já estava cansado de falar sozinho era o que mais fazia era falar sozinho criava inventava amigos de todo jeito. Mas todos parecidos com ele e nenhum desobediente. Nosso amigo tinha uma dor às vezes lhe dava um vazio enorme com a impressão de não ter nada e querer tudo o nome dessa dor era solidão. -- Como é querer ter tudo quando se esta só?
--Como? Até que tomou uma decisão dentro na amarga solidão se não existia mais ninguém então tudo era dele. Mesmo assim ele queria tudo só não sabia o que e como matar sua imensa fome. Nesta confusão de querer ter tudo e não ter nada eis que quando um dia ele estava encima de uma montanha. É uma de suas montanhas ele avistou alguém ou era algo?! Veio a grande Pergunta? -- Quem esta na minha planície?
-- Com ordem de quem esta andando na minha planície? Seca e deserta só que é minha só minha. Isso ribombava no seu peito com uma força a ponto de explodir seu núcleo atômico seus elétrons ficavam quase fora de órbita. Para quem não sabe os elétrons são outros seres menores dentro do átomo.
-- Que atrevimento ficar andando no meu planeta invadindo minha casa vou da um jeito nesse invasor. Há se vou. Foi o pensamento que lhe veio à cabeça. -- Ora se estou aqui aqui é meu e de mais ninguém esse atrevido vai ver o que é bom pra tosse quem já viu entrar assim sem falar nada sem avisar vai logo entrando como se fosse dele.
-- Quem esse sujeitinho pensa que é? Vai ver que aqui não casa de mãe Joana e como vai. O sentido de posse lhe bateu fundo ficou louco dizendo.
-- Isso aqui tudo é meu é meu é meu. Esqueceu a solidão que vivia naquele momento ele era o dono de tudo-tudo era dele. Os dias foram passando e ele foi seguindo aquele outro era assim que ele tratava o outro habitante do planeta o outro. Ele só conhecia EU só sabia falar meu era assim: -- Minha montanha minha planície meu deserto meu sol meu dia minha lua minha noite. Eu tenho tudo-tudo é meu. Agora me vem aquele outro ele que vá procurar outro lugar. Nem passou pela sua cabeça que esta terra é de todos e de ninguém mesmo seca de sol e vento se ele veio de outro lugar e aqui ficou.
Porque outros não?
Agora depois de tanto fazer estradas de tanto fazer caminhos de toda sua agonia por não poder compartilhar as coisas secas com seus amigos invisíveis. Amigos da sua imaginação sua dor de ser só agora tinha um remédio que estava ali no alcance dos seus olhos. Ele sabia que não estava só pois estava vendo um outro ser errante como ele. Só como ele e talvez com as mesmas angustias com a mesma dor de ser só.
Neste momento isso era o que menos importava. O que importava agora era expulsar o outro o “invasor”. Seu egoísmo era mais forte sua intolerância muito maior dividir jamais.
Tratou rapidinho de montar um exercito invencível com seus amigos invisíveis. Um exercito de guerreiros invisíveis bolava estratégias e táticas militares para o combate que se aproximava na sua cabeça e iria ser feroz. Sua raiva era tão grande por ter sua casa invadida que os seus amigos de solidão já tinham nomes caras e olhos vermelhos com os seus.
Passaram-se dias noites e eras ate que ele do alto de uma das “suas” montanhas avistou o inimigo. Que nem sabia que era seu inimigo ou que tinha inimigo estava a vaguetear pela imensidão do nada procurando outra criatura para não ser sozinho. No seu universo de solidão os amigos e companheiros invisíveis não tinham o calor de andar junto ter um olhar trocar palavras brincadeiras enfim estava cansado do silencio e da falta de palavras jogadas aos ventos quentes dos dias ou os ventos frios das noites tudo que passava pela cabeça era acabar com a solidão. A solidão é coisa sem nome ela dói assim uma dor que não tem fim sabemos os ou motivo ela te acompanha em todos os lugares ela é tua como as águas que estão sempre novas em rios estreitos rasos profundos em oceanos procelosos e mares calmos.
Como diz Zé Cambito: A solidão é uma dor que não dois nem deixar marcas nem ossos quebrados mas quem sente sente lá dentro no fundo dos abissais das nossas grutas uma agonia ruminante. Ainda segundo o Zé Cambito nós temos vários escuros misteriosos dentro da gente 4 como as profunduras das cavernas que mesmo nas suas profunduras tem vidas que procuram outras vidas para não serem só. É quando sentimos a falta de alguém profundamente sem desejos de guerra alguém que agente nem conhece que nem tem nome.
Mesmo com a fome de ter do homem que quanto mais tem quer ter mais quanto mais come mais quer comer e sempre esta com fome. Ô bicho vazio.
Voltemos ao senhor da guerra. Hídro ali do alto da sua montanha escondido vigiava os passos do seu “inimigo” eleito por unanimidade em um voto só e dos seus amigos invisíveis. De tão cego que estava não viu que seu inimigo deu a volta e bateu em suas costas. O mundo é circular e tudo volta ou passa pelo mesmo lugar um dia o outro iria passar ali e aconteceu.
O susto foi imenso ao invés de ira foi espanto dos dois em descobrir como é que existe outro como é ser outro para o outro. Cada um correu para um lado e ficaram se olhando de longe ao Hídro não restou nada estava só e tinha que enfrentar o “seu” grande inimigo sem seus guerreiros invisíveis. Ai ele descobriu que estava só sem exércitos sem nada estava só.
O impasse é rompido por um
- Quem é você?
Eu sou Hídro e você?
Hídro como assim?
Hídro sou eu!
-- Não senhor Hídro sou eu! Chuleando esta conversa depois de muito tempo os dois perceberam que eram dois semelhantes com suas diferenças como tudo na vida. Depois que começaram a se respeitar começaram a andar pelo mundo com uma alegria totalmente renovada. As alegrias de cada um sendo agora dos dois.
As coisas estavam sendo vistas de duas formas embora nada fosse dois tudo é um. Então tudo passou a ser visto de varias formas com todas as suas diferenças de ponto de vista. Assim os dois Hídros passaram a andar pela terra quente fria e desolada mas florida pela alegria de cada um agora eram amigos e tinham a terra só para eles. No entanto aconteceu algo que deixou os dois preocupados. Foi o surgimento da duvida.
– Será que existe mais alguém alem da gente? Indagou um dos Hídros. Será?
O outro respondeu com ar preocupado.
-- Então agora vamos ter que dividir o que é “nosso” com quem aparecer?
Logo agora!
-- Não! Isso não! Agora somos dois com unhas e dentes defenderemos nosso pedaço de chão defenderemos o que é “nosso” a qualquer custo. O outro Hídro um pouco mais calmo mudou o palavrado e assim passaram a andar depois de um tempo incontável dentro do tempo o silencio foi rompido e o outro Hídro falou:
-- Nós éramos um depois ficamos dois e mesmo assim somos quase nada e a vida ainda é uma aurora tão breve as estrelas tão distantes podem muito bem haver de ter alguém. A vida já foi madrugada e em todo canto a gente vê encantos na alvorada da vida imaginamos ate apagar outros astros outras vidas com que direito? Neste universo de só você e eu nós somos quase nada seria bom que tivesse outro ou outros para a gente ter mais alegria e mais vida.
Nesse instante ouviram algo que parecia um lamento do outro lado do morro com calma foram vê o que era e para espanto geral era alguém totalmente diferente mais totalmente di-fe-ren-te mesmo.
-- E agora meu compadre vamos fazer o que?
-- Ele existe! Falou Hídro.
-- E agora? O outro Hídro falou:
-- Sei lá me deixa pensar.
-- Pensa logo não agüento mais este lamento essa angustia me dói ou vamos lá ou vamos deixá-lo ai só com seu lamento. Esse era um hídro cabeça de fósforo.
-- Não! Falou Hídro.
--Vamos lá falar com ele primeiro.
-- Eu não senhor! Disse Hídro.
A idéia foi sua vai lá você. Bem depois de uma eternidade de teimosia veio a decisão. Foram os dois por ali devagar como quem não quer e querendo e falaram para o estranho.
-- Ei! Pare com essa latumia nós não agüentamos mais isso. Pare já e diga logo quem é Você! O outro foi logo falando:
-- Quem eu? Eu sou eu. Olhando para os dois que responderam.
-- Claro que sabemos quem é você.
-- Então porque perguntam quem sou eu se já sabem? Pronto confusão feita. Depois umas dezoitos léguas mais alem dos confins da eternidade chegaram a um consenso o estranho e diferente falou.
-- Sou o Oxi e estou sozinho e isso me causa muitas dores sinto falta de companhia. Saíram por ali desconfiados mantendo distancia dois de um lado um do outro. Ate que em um dado instante uma coisa rápida aconteceu sem que nem mais Oxi tropeçou e na hora do baque quando ia bater com o quengo na pedra bruta que estava na sua frente os dois Hídros sem pestanejar foram encima dele evitando o tombo no triz do momento acontecendo a inevitável transformação que mudou tudo.
Os três perceberam que eram gênios por terem feito uma coisa tão simples dado as mãos e ficaram se chamando hidróxido diidrogênio. Assim viram um liquido incolor sem cheiro ou sabor perderam o individualismo e criaram uma tecnologia fantástica tão fantástica mais tão fantástica mesmo que o difícil foi acha o nome da tecnologia.
Depois de muito procurar um nome acharam uma coisa próxima da solidão mais ao contrario da solidão esta tecnologia ficou sendo chamada de solidariedade. Perceberam que era essencial para todo mundo e todo mundo para eles um cuidando do outro. A vida pipocou poc poc poc por todo lado outros indivíduos foram aparecendo o engraçado era que todos os indivíduos procuravam os três e os três se davam com toda a alegria.
Um belo fim de tarde todos estavam reunidos como se estivessem em uma festa mas em todo lugar sempre tem um curioso e este curioso tascou a pergunta.
-- Como é mesmo o nome disso que agente bebe todos os dias e ainda se refresca tomando banho? Ao que um gaiato respondeu.
-- Que papo mais água. Pronto era o que faltava para aquele liquido te um nome e assim ficou sendo chamado de água. O frio ficou com sua parte os Hídros e o Oxi descobriram que a água congelada era bom para resfriar o planeta então foram em grande parte para deus extremos onde chamamos de pólos norte e sul no alto das montanhas acima delas nas nuvens no ar e dentro da terra na amniótica alegria da dança da criação.
O frio parece ser uma coisa assim de calma muita calma muito calma tanta calma que todos quase dormem quando chega a 0°C ou abaixo de zero. O calor também ficou com a sua parte para que a água subisse bem alto como vapor e virasse nuvens congelasse e depois chovesse. Enchendo tudo e todos de alegria. A vida florescendo em todos os lugares.
A água entrou dentro da Mátria que precisava dela lá dentro onde as árvores vão buscar seu alimento. Em alguns lugares os três átomos os dois Hidros e o Oxi parecem que ficam com raiva e fervem entrando em ebulição vão a 100°C. Ou mais. Dois hidrogênios e um oxigênio deixaram as coisas hidrogeniais.
A terra que era seca recebeu esta explosão de alegria que se chamou água e suas variações como a conhecemos ate hoje. Foi quando tudo começou a mudar as outras vidas foram nascendo e por todo lado só se ouvia a palavra nós o pronome EU ficou só para algumas ocasiões porque o que se ouvia mesmo era nós A GENTE etcetra água e tal.
Descobriram a alegria de serem três maiores mais fortes mais alegres descobriram os outros na terra num instante começou a surgir plantas e outras vidas tudo interdependendo um do outro nada poderia mais ser só.
No entanto todo mundo tinha suas tristezas suas alegrias suas raivas de uma coisa já tinham certeza ninguém tinha saída todo mundo dependia de todo mundo. Assim todo mundo é diferente mesmo sendo semelhante ninguém é igual e a vida só é assim porque os dois semelhantes se uniram a um diferente sem destruir o outro só porque era diferente.
Os diferentes passaram a respeitar os outros diferentes e os semelhantes passaram a respeitar as diferenças que tinham. A água não tem historia ela é maior testemunha da historia de tudo esta em tudo é e de tudo esta em todos é de todos. Estes nossos amigos que são três mas de tão unidos se chamam de H2O que é a molécula da água. Viraram mares e rios de cores e sabores diferentes entre o salgado o doce (doce porque é assim que agente chama água de beber) o salobro e o salgado estas três partes estão sempre se encontrando é a parte líquida do globo terrestre. O homem é o animal que se denomina humano coloca nome em tudo e todos vieram da água e precisa da água para tudo-tudo mesmo.
Zé Cambito em um momento de profundo repensar fletiu refletiu e disse:
-- Éééé o ser humano como todos os animais veio da água e depois que sai começa a destruí-la alem de usá-la e utilizá-la pega de graça e vende para ele mesmo. Feito um vírus esta matando a Mátria. Por isso querem ir para espaço dessecar outros planetas primeiro procuram se tem água. As pessoas têm que se respeitar para poderem conviver e viver o mais em paz possível descobrindo o valor da coexistência. Não respeitar é fácil difícil é tentar acha o belo entre os destroços e sair andando pelo deserto procurando a primavera.
A caminhada não é fácil só não sabemos onde vamos chegar imaginamos um lugar no inesperado amanhã. Basta só não ser somente e sim se saber ser semente. Uma coisa coça o juízo de Zé Cambito cabra sertanejo um pensante no mundo e do mundo com sua pequena forma dialetal se pergunta.
-- Como pode ser uma cosia dessa?
Foi preciso três masculinos para ser a feminina água na feminina terra e no calor do seu interior gestativo vivem não só os três cabras, mas todas as outras formas de vida que dali se bota pra fora e para dentro sendo outros no conjunto das somas das diferenças e voltam novas novamente. --De onde será que vem a palavra ingratidão?
A terra tolera a água dentro dela a água se tolera dentro da terra. A vida esta dentro e esta fora.
-- As águas diferentes se misturam na tolerância e depois cada uma é ela novamente nova para as outras vidas novas no novo luminar de todo dia. Chico Canindé Po-Ética teatro d´s águas ©
Chico Canindé • São Paulo, SP 3/10/2010
Contantos 55-11-75334982
hidrocidadania@gmail.com
http://hydrocidadania.blogspot.com

terça-feira, 5 de julho de 2011

Primeira mini-usina de biodiesel do Brasil é inaugurada em Itabaiana- SE

Públicação do CNFORM Aracaju SE, 20 a 26 de junho de 2011- ano XXIX edição 1471 - www.cinform.com.br
Com um potencial de produção de cerca de 100 mil litros, a unidade beneficirá a população e o meio ambiente.
A cidade de Itabaiana, no agreste, foi escolhida para sediar a primeira mini-usina de biodiesel do Brasil. tendo como matéria-prima o óleo residual de fritura, a unidade possui como mérito primordial a transformação deste resíduo em biodiesel. O acionamento da bomba de abastecimento marcou a inauguração dela na terça feira dia 14. Com uma capacidade de produção que varia entre 90 e 100 mil litros por mês, a usina dá origem a um produto com 98% de pureza.
Localizada, por enquanto, no Sindicato dos Transpotadores Rodoviários Autonomos de Bens do Estado de Sergipe - Sindicam-SE, a usina surgiu justamente por iniciativa desta instituição. A instalação mobilizou não só o sindicato, mas também o Grupo Metropolitano Paulista Agenda 21, a Educa - União de Educadores e a Biotema. Sob coordenação do professor Ubaldino Dantas, a a unidade prevê a produção de 30 mil litros de biodiesel, seguindo as normas estabelecidas pela Agencia Nacional de Petroleo - ANP. dois tambores aereos compõem os equipamentos principais da usina que ocupa apenas 60m². A comercialização do produto está descartada. Assim, todos o combustivel produzido será utilizado para abastecer os veiculos dos caminhoneiros associados ao Sindicam.
Apesar de funcionar em Itabaina, a mini-usina não pertence à cidade e muito menos ao sindicato. A posse equipamento é da Agenda 21 que trouxe para cá devido ao grande interesse demonstrado pelo Nilson Mendoça, presidente do Sindicam. mas, de acordo com José Oliveira Ribas, somente em casos extremos ela seria retirada do municipio. "Se por um acaso, um dia a diretoria mudar e não existir mais interesse por parte do sindicato ou da população, ai sim a usina seria desinstalada", explica o consultor da Agenda 21.
A mini-usina é avaliada em 100 mil e o custo de atividade varia entre R$ 30 e R$ 42 mil, considerando-se uma produção de 30 mil litros por mês. A captação de recursos é o meio utilizado para obter renda. É valido ressaltar que a unidade ainda não está funcionado oficialmente. Uma série de documentos deve ser enviada à Administração Estadual do Meio Ambiente - ADEMA. Somente depois de receber o aval desta instituição é que se dará inicio à produção efetiva do combustivel. "Nós estamos em toda velocidade. A usina j´está pronta para funcionar, só falta mesmo enviar esta documentação", explica Ubaldino.
CONCIENTIZAÇÃO
A busca de fontes alternativas de energia é indispensável em uma sociedade que visa se desenvolver economicamente, sem comprometer a existencia das gerações futuras. Por ser biodegradavel, este combustivel não traz prejuizos para o meio ambiente e, segundo Ubaldino, a única substância expelida no momento da produção é o vapor.
Esta iniciativa deverá conter os problemas ambientais causados pelo descarte incorreto do óleo em esgotos e, consequentemente, na natureza.
Por isto, a participação da sociedade é fundamental. Os idealizadores do projeto já acionaram os donos de bares, lanchonetes e restaurantes. Assim o que se pretende é coletar o óleo que esses estabelecimentos despejariam no meio ambiente. Outra ideia é mobilizar os "herois da natureza", ou seja, alunos e professores que ficarão responsaveis por conscientizar a população e fazer essa coleta.
A advogada do sindicam, Drª Fátima Regina Feitosa explica que a iniciativa está de acordo com as leis federais 12.047/2005 e 12.305/2007 que preveem a reciclagem de óleos e gorduras e o gerenciamento de resíduos sólidos, respectivamente

quinta-feira, 9 de junho de 2011

FESTA DO CAMINHONEIRO

O Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de Sergipe SINDICAM-SE, PROMOVE nos dias 11, e 12 de junho de 2011 a FESTA DOS CAMINHONEIROS;

O GRANDE OBJETIVO É O CONGRAÇAMENTO DA CLASSE E DA IMPORTANCIA POFISSIONAL PARA O BRASIL NO DESENVOLVIMENTO ECONOMICO E SOCIAL DENTRO DOS PRINCIPIOS DO PROGRAMA AGENDA 21, EM SEUS CAPITULOS; 03, 06, 14, 21, 23, 25, 27, 28, 29,30, 34, 36,38 E 40

• Informamos a todos os caminhoneiros que nos dias 11 e 12 de Junho o SINDICAM estará promovendo uma grande festa em HOMENAGEM AO SEU DIA. No entanto, o sorteio dos prêmios será destinado apenas aos FILIADOS AO SINDICAM então você caminhoneiro que ainda não se filiou nos procure o quanto antes e venha usufruir de todos os benefícios que o sindicato lhe oferece.

• Informamos AINDA a todos os filiados Do SINDICAM que usufrua de todos os benefícios disponibilizado a você e sua família.

SINDICAM-SE A CASA DO CAMINHONEIRO!!!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

LEI DE RABELO

Acaba com o artigo 225 da Constituição Brasileira
A farça (FACA) da Votação do código florestal -HOJE
A Câmara dos Deputados determinou hoje a morte das florestas brasileiras com à votação da Lei Rabelo novo Código Florestal. Aprovada, onde está a sociedade brasileira que não aciona o Ministério Público para proteger o Brasil da devastação ambiental.

Vejam o contraditório das leis em vigor.

O Código Florestal Brasileiro, Lei nº 4771, de 15 de setembro de 1965(atualizado até as mudanças feitas pela Medida Provisória nº 2.166/01 apresenta-se para sua Votação hoje com bastante FALHAS dentro do ordenamento jurídico. Descumprimento da constituição federal do Brasil no seu Artigo 225, e seguintes. Esse Código é considerado como uma "FRAUDE NA LEGISLAÇÃO" para beneficiar "alguma”, coisa do Brasil.....
Vale ressaltar que o ART. 43 desse referido Código nunca foi cumprido, transcrevendo
"Fica instituída a Semana Florestal em datas fixada para as diversas regiões do País,por Decreto Federal. Será a mesma comemorada,OBRIGATORIAMENTE, nas Escolas e Estabelecimentos Públicos ou subvencionado através de programas objetivos em que se ressalte o valor das florestas face aos seus produtos e utilidades,bem como sobre a forma correta de conduzi-las e perpetuá-las.
OBS: Apresenta bastante pontos negativos, em desacordo (infringir) com as seguintes:
a) Lei nº 4.771,de 15/09/1965-Florestas,
b) Lei nº 9.605,de 12/02/1998-Crimes Ambientais,
c) Lei nº 6.902,de 27/04/1981-Área de Proteção Ambiental,
d) Lei nº 7.735,de 22/02/1989-IBAMA
e) Lei nº 6.938,de 17/01/1981- Política Nacional do Meio Ambiente
f) Lei nº 12.305,de 02/08/10 - Política Nacional dos Resíduos Sólidos e outras.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

CONVITE

Convite


O Grupo Metropolitano Paulista do Programa Agenda 21 tem o prazer de convidar V. Exa. para um Jantar-conferência, o Tema principal:
“Desenvolvimento Econômico Sustentável da Zona Leste”
Realizar-se às 18:30hs do dia 27 de maio de 2011.
Local: Buffet La Felicita
Endereço: Avenida Jacu Pêssego, nº 5.500 – Itaquera – SP.


Contamos com vossa presença!

Apoio:

BIOTEMA
EDUCA



Data do Jantar: 27/05/11 às 18:30hs.
Local: Buffet La Felicita
Endereço: Av: Jacu Pêssego, 5.500
Itaquera / São Paulo – SP

Programa de construção Capitulo 7

Programa de construção de 10.000 residências na Cidade de São Paulo

Um grupo de instituições lideradas pelo Grupo Metropolitano Paulista do Programa da Agenda 21 Paulista, objetivando a aceleração do Programa “Minha Casa, Minha Vida” deu início a elaboração de levantamentos, buscas de demandas e lotes para implantar residências ecológicas e convencionais, na busca de atender pelo menos parte da população da Zona Leste da Cidade de São Paulo.
O jantar é o marco inicial para darmos andamento ao programa e contar com o apoio institucional e participação dos poderes municipais e estaduais. O desenvolvimento econômico só alcançará os seus objetivos e metas quando os gestores ousam, pois os obstáculos e barreiras para atingirmos as nossas missões são muitas e árduas.
A arrecadação dos recursos do jantar será usada na capacitação da mão de obra demandada na Região Leste e manifestada pelos empresários e aqui damos também um passo complementar para estabelecer as pré-condições do desenvolvimento econômico, a capacitação da mão de obra, dentro do contexto maior da educação como um todo.
O foco principal desse encontro é o de estimular uma participação concreta e objetiva de todos os atores responsáveis pelo desenvolvimento econômico sustentável da Zona Leste, onde os novos proprietários serão treinados e familiarizados com suas novas residências e 150 síndicos receberão capacitação para poderem exercer suas funções como profissionais e proporcionar a essa população de pelo menos 40.000 habitantes, conforto, segurança e lazer apropriados.

José Oliveira Ribas – Coordenador do Grupo Metropolitano.